25 de outubro de 2012

A MÁSCARA MÁGICA

     
               Era uma vez um lorde muito influente e poderoso que tinha milhares de soldados sob o seu comando, com os quais conquistou grandes domínios para si mesmo. Ele era sábio e corajoso, respeitado e temido por todos, mas ninguém o amava. 

             A cada ano que passava ele ficava mais severo, mas também mais sozinho, e seu rosto refletia a amargura de sua alma gananciosa, pois linhas profundas e feias demarcavam sua boca cruel que nunca sorria, e rugas sulcavam permanentemente sua testa. Ele encontrou, porém, em uma das cidades que governava, uma linda donzela a quem ele observara por muitos meses nos seus afazeres entre o povo.

             O lorde se apaixonou por ela e quis desposá-la. Decidiu ir falar com ela. Vestiu sua roupa mais fina e colocou um coroa de ouro na cabeça. Ao olhar-se no espelho para verificar a impressão que causaria à linda garota, não viu nada a não ser um semblante que causaria medo e daria motivo para ela não gostar dele: um rosto cruel e duro que ficava ainda pior quando tentava sorrir. Então ele teve uma ótima idéia: mandou chamar um mágico. - Faça-me uma máscara da cera mais fina para que acompanhe cada movimento do meu rosto, mas pinte-a com suas tintas mágicas para que tenha uma expressão agradável e bondosa. Coloque-a no meu rosto de maneira que eu nunca mais tenha que tirá-la. Faça uma máscara bonita e atraente. Use todo o seu talento para isso e eu pagarei qualquer preço. O mágico respondeu: - Eu posso fazer isso com uma condição. 

               O senhor terá que manter o seu rosto dentro das linhas que eu pintar, porque se não a máscara ficará estragada. Uma única carranca e a máscara ficará irremediavelmente estragada e não poderei substituí-la. - Farei tudo o que me pedir - disse o lorde ansioso. Qualquer coisa para conquistar a admiração e o amor da minha dama. Diga-me como posso evitar que a máscara rache. - O senhor precisa ter pensamentos bons - respondeu o mágico. E para isso precisa de fazer boas ações. Precisa ter um reino feliz em vez de um reino poderoso. Tem que substituir a ira por compreensão e amor. Construa escolas para seus súditos e não somente prisões; hospitais e não somente navios de guerra. Seja gentil e cortês com todos. Então foi feita a máscara maravilhosa e ninguém teria adivinhado que não era o verdadeiro rosto do lorde. 
 
               Os meses foram passando e embora a máscara tenha freqüentemente corrido o risco de ficar estragada, o homem lutou muito consigo mesmo para mantê-la intacta. A linda garota tornou-se sua esposa e seus súditos se maravilharam com a transformação milagrosa que tinha ocorrido com ele. Atribuíram isso à sua encantadora esposa que, diziam eles, o havia tornado como ela. À medida que a cortesia e a consideração foram permeando a vida deste homem, a sinceridade e a bondade também, e logo se arrependeu de ter enganado a sua linda esposa com a máscara mágica. Finalmente não conseguia agüentar mais esse pensamento e mandou chamar o mágico. - Retire de mim este rosto falso pediu. Tire esta máscara enganadora que não representa a minha pessoa! O mágico respondeu: - Se eu a tirar, nunca mais poderei fazer outra e o senhor terá que ficar com o seu rosto para o resto da vida! - Eu prefiro isso, a enganar aquela cujo amor e confiança eu ganhei por meios desonestos. Prefiro ser desprezado por ela a continuar fazendo algo que ela não merece. Tire a máscara, eu lhe ordeno que tire a máscara! O mágico tirou a máscara e o lorde, angustiado e assustado, procurou ver-se no espelho. Seus olhos se animaram e seus lábios se abriram num sorriso radiante, pois as linhas feias haviam desaparecido. A carranca tinha desaparecido e seu rosto estava exatamente igual ao da máscara que ele usara por tanto tempo! E quando voltou para junto da sua amada esposa, ela viu apenas as feições normais do homem que amava. Sim, é uma velha lenda: que o rosto de alguém demonstra prontamente o interior da pessoa, sua alma, o que ela pensa e sente, seus profundos pensamentos. Podemos percorrer o mundo em busca da beleza, mas só a encontraremos se a levarmos conosco. 

               Aproveite o final de semana e leve sua beleza para um lindo passeio, ela vai ficar radiante e com sorrisos lindos...

24 de agosto de 2012

A POBREZA DO PODER É O COMEÇO DO FRACASSO DA GRANDE NAÇÃO

Vejo hoje no jornal a matéria de que a PM lança bombas em protesto na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde pessoas de bem, professores e estudantes reivindicam seus direitos. Como um país pode se tornar uma grande potência, grande destaque mundial, se trata desta maneira pessoas que constroem esta nação? Cadê o diálogo tanto dito em palanque? Cadê o Governo dos Trabalhadores? Cadê o partido que se diz representante destas pessoas. Cadê os defensores do direito dos trabalhadores, tudo balela para conseguir voto. 
É uma tristeza saber que milhões de pessoas que estão envolvidas no processo educacional estão de braços cruzados, pela intolerância de poucos, de um grupo ditatorial que manda cortar o ponto dos trabalhadores e fechar as portas de negociação ao povo que os elegeram. Que conduta absurda a um país que critica o afastamento de um presidente corrupto em três dias num país vizinho. Que pureza está nesta representatividade feminina, que foi julgada como mais acessível em negociar na convicção que um veio materno iria deixar a nação brasileira em bons rumos.
Cadê os representantes deste povo sofrido? Que vimos em propagandas caras para chegar ao poder? 
Miséria e mais misérias são o prêmio deste povo brasileiro. 
Povo, amadureça e vote, vote como nunca, para melhorar esta nossa grande nação, vote com coragem para mudar o quadro que aí se apresenta. Não vote em partido, vote em candidato que tenha dignidade de representar com brio este nosso sofrido País.
Um país se faz com os filhos que tem, e não com minorias que passam. E estas espécies de erros surgem como forma de amadurecimento dos que os elegem. É um aprendizado que não devemos nunca esquecer. 
Países crescem com educação de qualidade, professores bem remunerados e qualificados. Não adianta mandar equipamento, escolas novas, ruas novas, etc. Se o professore não se recicla e sua família passa mal. 

21 de agosto de 2012

Felicitações pelo Dia do Maçom

A todos os IIr.: espalhados pela face da Terra e na Mansão dos JJust.:

A todos os meus queridos e diletos IIr.: deste planeta  e demais MMund.: que este dia do maçom (20/08), seja o marco de mais um período de evolução na caminhada pela esc.: de Jacó na construção da grande pirâmide social, onde a argamassa do cimento místico sempre é constituída de liberdade, igualdade e fraternidade, mistura     essencial para a felicidade do gênero humano.
E que esta mensagem seja expandida aos nossos ssobr.: , cunh.: , demais familiares e os que se encontram perante o GADU na Mansão dos JJust.:

Um tr.: e frat.: abraço.

do Ir.: Izaias Aguiar, MM    

12 de junho de 2012

Cavaleiro Prussiano ou Noaquita

Um dos mais importantes graus da maçonaria pelo valor iniciático que encerra, é o grau 21, chamado Cavaleiro Prussiano ou Noaquita. Sua inspiração filosófica, que é francamente gnóstica, evoca os antigos cavaleiros teutônicos. 
Os cavaleiros teutônicos, da mesma forma que os templários, também estão ligados a uma larga tradição de esoterismo, misticismo e feitos heróicos. É dessa Ordem de Cavalaria que se originam a maioria das lendas do Santo Graal.
Este grau consagra as virtudes do homem maçônico, em oposição ao super homem das tradições nazistas. Por isso iremos encontrar em seu ritual uma grande profusão de referências à tradições alemãs. Essa também é a razão desse grau ter sido introduzido na Maçonaria pelos maçons alemães, na época do Imperador Frederico II da Prússia.

A cidade consagrada

Em nossa opinião,  foi o espírito de verdadeira Irmandade que permitiu aos judeus, descendentes e herdeiros da tradição dos Filhos de Israel, continuarem a praticar uma filosofia e uma forma de vida diferenciada através da história dos povos. Essa filosofia os manteve unidos através das diversas provações pelas quais aquele povo tem passado ao longo da sua história. E os colocou em oposição a outros povos, especialmente os de origem nórdica, na disputa pela verdadeira pureza racial. 
Segundo a lenda do grau, desde que Seth, o filho dileto de Adão, recebeu o título de primeiro maçom, pela cidade que construiu em homenagem a seu filho Enos, cidade que ele chamou de Consagrada, a arte de construir tornou-se o símbolo da construção do edifício universal, que é a sociedade humana.
Por isso é que a maioria dos ascendentes e descendentes de Noé estão conectados com as lendas da Arte Real, pois segundo a tradição maçônica mais antiga, Noé foi escolhido pelo Grande Arquiteto do Universo para reformar o edifício terrestre da humanidade, da mesma forma que Moisés instituiu a ideia da Fraternidade terrestre.

A origem do mito do super homem

É sabido que alguns autores nazistas muito influentes nas primeiras décadas do Século XX, reivindicavam para os alemães uma descendência direta de Noé, através de seu neto Gomer, filho de Jafét. Essa tradição, verdadeira ou não, inspirou os teóricos do nazismo na montagem da teoria racial que levou mais de seis milhões de judeus e mais outro tanto de latinos, eslavos e outras raças aos campos de concentração e à morte durante os horríveis anos de ascensão e queda do Terceiro Reich alemão. 
Essa tradição situa a origem dos povos teutônicos na Ásia Central. A partir do Dilúvio, tendo como fundador um dos filhos de Noé, Jafét, eles se distribuíram por diversas tribos, dando origem a vários povos, mais tarde conhecidos como germânicos, celtas, indos, jônios, aqueus, etc. Esses povos, chamados geralmente de arianos, de raça branca, ocuparam as planícies da Europa Central e várias regiões da Ásia, dali se espalhando por toda a terra. 
De acordo com os teóricos da supremacia da raça ariana, esses povos eram os responsáveis por tudo de bom que havia na civilização. Entre os povos teutônicos havia os germânicos, “raça pura”, que não havia se contaminado na misticigenação promovida pelo desenvolvimento do Império Romano. 
Além dos germânicos, somente outra raça havia mantido a pureza do sangue: os judeus. Mas estes eram degenerados morais, que perverteram a história e os grandes mitos do passado para justificar os crimes que praticaram contra a humanidade. Esse crime consistia principalmente na divulgação de mitos religiosos incompatíveis com o desenvolvimento do espírito humano, pois submetia a mente humana a uma escravidão psicológica, representada pela imposição de um Deus ciumento, intolerante, preconceituoso e castrador de todas as esperanças de grandeza do homem. 
Para eles, o deus de Israel era inimigo do verdadeiro humanismo e conspirava contra o desenvolvimento da civilização. Nesse sentido, a verdadeira religião era aquela que valorizava os grandes mitos do passado, especialmente a saga dos heróis arianos, entre os quais se encontravam os mitos gregos e germânicos. 
Para Nietschze, por exemplo, um dos filósofos mais influentes do século XIX, o Judaísmo havia deformado a história da humanidade, transformando-a numa involução. Na opinião dele, o Cristianismo, que nada mais era que uma continuação do Judaísmo, não passava de uma religião de escravos espirituais que se conformavam com a pobreza, a escravidão e a ignorância, em troca da promessa absurda de outra vida num paraíso inexistente. Os cristãos eram larvas e seu deus um “pastor de larvas”, que ensinava uma compassividade que induzia à fraqueza, uma benevolência que produzia a permissividade, e a tolerância que enfraquecia o caráter. 

A lenda do Grau 21

Conta-se que os descendentes de Noé, não confiando muito na promessa de Deus, expressa através do arco-iris, de que não haveria mais dilúvios sobre a terra, intentaram construir uma torre para se abrigarem, caso Ele resolvesse castigar novamente a humanidade com outro dilúvio. 
A partir dessa torre desenvolveu-se uma cidade, onde seu rei, Nenrod, “poderoso caçador perante o Eterno”, começou a fazer a distinção entre os homens, atribuindo a cada um os seus direitos e deveres. A essa cidade ele chamou de Babel, pois essa era a cidade de todos os povos e línguas, onde se adorava a verdadeira divindade. 
Como a consagração da cidade ocorrera numa noite de lua cheia, os cavaleiros Noaquitas adotaram a tradição de realizar suas assembléias anuais na lua cheia de março. 
No rito Escocês a lenda tem algumas variáveis e evoca tradições gnósticas que o rito adoniramita não integrou. No rito Escocês, a Torre de Babel aparece como um santuário construído antes do Dilúvio, que visava alcançar os sete céus da tradição gnóstica. É evidente que as diferenças rituais refletem as variantes filosóficas adotadas pelos diferentes povos, mas a alusão a Nenrod, como “o primeiro rei a estabelecer distinção entre os homens” é bastante significativa, dado ao fato já observado do referido grau ter nascido entre os alemães.

O ensinamento do grau

O que se pretende, no entanto, no ensinamento do grau, é alertar o obreiro da Arte Real contra os sentimentos da arrogância, malicia, infidelidade, vaidade e orgulho. Por isso as referências à Torre de Babel, tendo em vista que na simbologia da Biblia, ela foi um monumento erguido para dar vazão ao sentimento de orgulho e vaidade dos homens, e também a citação feita às cidades de Sodoma e Gomorra, símbolos da corrupção, perfídia e da arrogância humana, que foram, por isso mesmo, destruídas pelo Grande Arquiteto do Universo. 
Sabemos que nem sempre o Templo do Rei Salomão foi a alegoria chave para o desenvolvimento do catecismo maçônico. Essa primazia, segundo o Manuscrito Régius cabia á Torre de Babel, sendo o rei Nenrod e não Salomão, o primeiro monarca a patrocinar a Maçonaria operativa. Diz-se que foi aquele rei que primeiro dividiu os trabalhadores da construção em aprendizes, companheiros e mestres, criando palavras de passe, toques e outras formas de distinção entre suas graduações. 
É  a tradição cavalheiresca legada pelos cavaleiros teutônicos que inspira a maior parte da liturgia do grau. Embora todo o conteúdo do ritual esteja centrado na reconstrução do Templo de Jerusalém, os ensinamentos que ali se propagam buscam muito mais efetuar uma ligação entre os objetivos das Ordens de Cavalaria que foram criadas na Terra Santa e os judeus da época da primeira reconstrução, do que, propriamente, evocar a missão de Zorobabel. Essa é, na nossa opinião, uma tentativa de conciliar a tradição judaica-cristã com as tradições arianas, visivelmente prjudicadas com as teses anti-semitas.

A moral desenvolvida no ensinamento do grau denota também a sua origem prussiana. Historicamente, os prussianos sempre foram criticados pelos demais povos europeus pela sua arrogância, seu orgulho e suas tendências francamente militaristas. A idéia de supremacia racial, que sempre se associou aos alemães, especialmente os de origem prussiana, tem sido geratriz de muitos ressentimentos e não raras vezes, de violentos conflitos, como os que resultaram nas duas guerras mundiais. Parece-nos que os maçons da época de Frederico II já tinham consciência desse fato e procuraram, de alguma forma, desenvolver um catecismo cuja intenção era combater essa idéia, colocando os temas da vaidade, do orgulho, da arrogância e do egoísmo sobre um cerrado fogo moral. 
É nesse sentido que na variante do Rito Escocês procurou-se exaltar outros sentimentos mais consentâneos com as virtudes cristãs, que os teóricos do anti-semitismo sempre tentaram desqualificar. 

O super homem e o homem maçônico.

Como já dissemos, foi o filósofo Nietzsche que melhor transmitiu a idéia de superação das virtudes cristãs pelas qualidades guerreiras, que ele entendia ser o que de melhor existia no homem. Na tonitruante linguagem bíblica que ele utilizou para escrever o seu mais famoso livro, "Assim Falava Zaratustra," ele diz “ Deveis amar a paz como um motivo para novas guerras, e mais a curta paz que a prolongada/ Não vos aconselho o trabalho, mas a luta. Não vos aconselho a paz, mas a vitória. Seja vosso trabalho uma luta, seja vossa paz uma vitória!./ Não é possível calar-se e permanecer tranqüilo senão quando há flechas no arco; não sendo assim, questiona-se. Seja vossa paz uma vitória./ Dizei que uma boa guerra é a que santifica também a guerra? Eu vos vos digo: a guerra justa é a que santifica todas as coisas/A guerra e o valor realizaram coisas mais grandiosas do que o amor ao próximo. Não foi a vossa piedade mas a vossa bravura que até hoje salvou os náufragos/ Que é bom? – perguntais. Eu digo – Ser valente. Deixai as moças dizerem: “ Bom é o belo e o meigo”/ Chamam-vos gente desapiedada; mas o vosso coração é sincero, e a mim agrada-me o pudor da vossa cordialidade. Envergonhai-vos do vosso curso, e os outros se envergonham do seu regresso./ Sois feios? Pois bem, meus irmãos; envolvei-vos no sublime, o manto da fealdade./ Quando a vossa alma cresce, torna-se arrogante, e há maldade na vossa ascensão. Conheço-vos.” 
                          
Em franca oposição às virtudes do “super homem” de Nietzsche, o “homem maçônico” do grau 21 combate o orgulho porque ele conduz à prepotência; Desestimula a vaidade porque esta é irmã da inveja; despreza o egoísmo porque ele nos conduz à subserviência e à desafeição por tudo que seja ele mesmo; pratica a humildade, pois nela está o reconhecimento de que ele não é perfeito e precisa constantemente evoluir; Venera a Deus e estima os valores que fazem um homem ser justo; controla suas paixões e as faz trabalhar em prol do desenvolvimento pessoal e coletivo; pratica a virtude como forma de vencer o vício, acatando as leis, mostrando-se justo em todos os atos e reservado com todos, sobre o aprendizado dentro dos ensinos maçônicos” 
Assim embuídos dessas virtudes, podem os Cavaleiros Noaquitas, agora temperados pelos ensinamentos de Cristo, aspirar ao degrau seguinte, que fará deles construtores, guardiões e chefes do Tabernáculo mosaico, repositório da verdadeira sabedoria que Deus legou aos seres humanos.

Excerto extraído do Livro " Construtores do Universo"
João Anatalino

8 de maio de 2012

Amazon Corporation formando para o futuro

Hoje recebemos a visita do senhor Victor Romano, Coordenador de Treinamentos da Amazon Corporation, com formação em psicologia da Universidade Federal do Pará, Gestor da área de TI, professor da UAB - Universidade Aberta do Brasil, realizou uma importante palestra para a turma de acadêmicos da Universidade Federal Rural da Amazônia - UFRA - Turma de Licenciatura em Computação de 2009. 

Na palestra o professor Victor falou da importância do planejamento do jovem para ingressar no mercado de trabalho e alcançar uma certificação que este mercado tem exigido.
Neste contexto mostrou como a Amazon Corporatior se insere neste desafio, o de preparar o profissional para o trabalho e também ajuda-lo a escolher a carreira desejada.
A Amazon Corporation é uma empresa genuínamente paraense e está no mercado há 16 ano, com cerca de mais de 40 mil alunos já preparados.
 
A empresa faz a certificação em diversas áreas de tecnologias, dentre elas Treinamento de Banco de Dados, Treinamento de Redes, etc. Os dois cursos, tanto os ministrados pela Amazon Corporation e o de Licenciatura em Computação da Universidade Federal da Amazônia, podem se integrar de forma perfeita, os formandos da Ufra, podem ser os futuros ministrantes das aulas da Amazon, com os conhecimentos adquiridos na academia.