9 de abril de 2012

Visita a Coodenadoria de EAD da UNAMA

Turma LC 2009 da Ufra - Unama

Em 27 de março último, a Turma de Licenciatura em Computação - LC 2009,  foi recebida pela Coordenadoria de EAD da Unama, acompanhados pelas professoras Larissa Sato e Sabrina Hosokawa.



 
 
Muito bem recepcionados pelos professores Gidson Costa, graduado em tecnologia e processamento de dados, cursando pós-graduação em Planejamento, Implementação e Gestão em EAD. É o WebDesigner de Interfaces do Portal EAD e Editora Unama, quem realiza editoração eletrônica, designer gráfico, edição de vídeo/áudio e desenvolvimento de multimídias, e pela professora Waldiza Lima Salgado dos Santos, Graduada em Sistemas de Informação; licenciada em matemática; especialista em informação a distância, mestranda em educação, exerce atividades na Coordanadoria de EAD da Unama; pratica também técnicas para assuntos educacionais/institucional designer e é professora do curso de pós-graduação lato sensu Informática na educação.




A Coordenação de EAD

A Coordenação de Educação a Distância da Unama - tem por missão agregar valor ao ensino através da aplicação de novas tecnologias, modernizando o ensino presencial e desenvolvendo o ensino a distância. Para isso, atua como agente de mudança, buscando o aprimoramento constante e desenvolvimento de métodos de ensino avançados, além da estrutura necessária para oferecer serviços de melhor qualidade.

Assim sendo, a Coord. EAD trabalha para aprimoramento do ensino em todos os níveis: graduação, extensão, formação específica e pós-graduação. Contribui também para a pesquisa, tanto no desenvolvimento de novos conhecimentos, como também para apoio técnico a pesquisadores, no que tange ao uso de tecnologias e ensino a distância.

Para cumprir seus propósitos, a coord de EAD conta com uma estrutura de recursos humanos de alta qualificação e comprovada experiência. A equipe é composta de administradores especializados em gestão de EAD, pedagogos, web designers, especialistas em informática educativa, professores, monitores e tecnólogos.

Dentre os projetos de EAD da Unama temos programas via videoconferência, disciplinas de graduação na modalidade on-line, programas de capacitação docente e de monitoria, além de uma biblioteca digital; home page para professores e projetos multimídia.













Como atua:

Programas de capacitação: são atividades de preparação do corpo docente ou discente, tanto para lidar com tecnologias aplicadas ao ensino quanto na oferta de cursos de aperfeiçoamento. Como exemplo de atuação nesta área estão cursos de capacitação docente e discente para a utilização do ambiente virtual de aprendizagem Aprendiz; e noções de informática básica em Word, Excel, PowerPoint e Internet.

Infra-estrutura de Apoio. Envolve a criação de condições estruturais para a operacionalização do ensino a distância, como a instalação de laboratórios de informática, de salas de videoconferência, desenvolvimento de software multimídia, videos educacionais etc.

Projetos Educacionais. envolvem a criação de cursos em diversas categorias, utilizando-se metodologias adequadas ao ensino a distância. Estão divididos da seguinte forma:

Cursos de especialização: o EAD oferece suporte quanto à publicação de material didático e informações geral sobre o conteúdo, como suporte ao ensino presencial.

Cursos de Extensão: ofertados na modalidade on-line, abertos à comunidade acadêmica e/ou à externa, utilizando-se o ambiente virtual de aprendizagem Aprendiz.

Cursos de Graduação: A UNAMA está ofertando aos seus alunos 20 cursos de graduação que totalizam juntos, 78 disciplinas que utilizam como tecnologias combinadas materiais impressos e o AVA Aprendiz.

Cursos de Formação Específica: estão sendo ofertados para os municípios de Castanhal, Redenção, Parauapebas, Barcarena, Bragança e Abaetetuba, os cursos de Gestão Empresarial, Desenvolvimento de Sistemas e de Softwares, Gestão de Órgãos Públicos e Gestão em Turismo, todos na modalidade semipresencial, para os quais o EAD trabalha na produção de material e orientação de docentes.

Serviços Educacionais. A Coordenação de EAD também realiza atividades de suporte ao processo de ensino, que envolvem a criação de homepage para professores, biblioteca digital, listas de discussão entre alunos e professores, chats, serviço de acesso à Internet, jornal eletrônico etc.

O principal acesso da comunidade docente e discente aos serviços educacionais da EAD UNAMA é o site do Campus Virtual (http://www.unama.br/ead).

A EAD, assim como o ensino presencial, apresenta características que lhe são particulares e que variam de acordo com o contexto e com os meios utilizados para sua concretização, sendo de fundamental importância que se tenha pressupostos teóricos que norteiem sua utilização.

Por isso, ao se elaborar cursos/ disciplinas para EAD que utilizem ambientes virtuais de aprendizagem como recurso didático, é importante que se defina uma concepção pedagógica que se encaixe ao modelo de educação utilizado e ao tipo de homem que se deseja formar.

O EAD possui uma concepção pedagógica mista; baseada na abordagem histórico-cultural de Vygotsky e na Epistemologia Genética de Jean Piaget.

A teoria de Vygotsky está em consonância com os princípios da EAD e com a filosofia da Instituição, uma vez que os recursos oferecidos pelos Ambientes Virtuais de Aprendizagem possibilitam a comunicação, a troca de idéias, o trabalho em grupo e a construção social do conhecimento, em que a cooperação com os outros, transcendendo os limites da pedagogia individualista, é fundamental para o desenvolvimento.

Embora não tenha elaborado uma pedagogia, Vygotsky deixou idéias sugestivas para a educação. Atento à “natureza social” do ser humano, que desde o berço vive rodeado por seus pares em ambiente impregnado de cultura, defendeu que o próprio desenvolvimento da inteligência é produto dessa convivência. Para ele “na ausência do outro, o homem não se constrói homem”.

Para Vygotsky, o papel do professor é o de transmitir os conhecimentos socialmente elaborados, pois o indivíduo precisa se apropriar do conhecimento historicamente produzido para construir o seu próprio. Mas a transmissão de conhecimentos proposta por Vygotsky requer que o sujeito seja ativo e interaja com o meio através dos instrumentos de mediação, a fim de internalizar os conhecimentos, e não assimilá-los de forma passiva, sem ter obtido uma compreensão verdadeira dos mesmos.

Outro teórico a basear a geração pedagógica é o suíço Jean Piaget. Sua teoria chamada Epistemologia Genética é a mais conhecida concepção construtivista da formação da inteligência. Ele explicou detalhadamente, como, desde o nascimento, o indivíduo constrói o conhecimento. A ideia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob as forças do meio. Ao contrário, responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada.
Para Piaget, o professor deve conferir especial atenção à pesquisa espontânea dos alunos. Toda verdade a ser adquirida deve ser reinventada ou pelo menos reconstruída, e não simplesmente transmitida. Piaget sempre combateu duramente a escola tradicional e defendeu práticas baseadas em jogos, pesquisas e trabalhos em grupo nos quais a tarefa do professor não era apenas a de transmitir conhecimentos, mas facilitar sua aquisição por parte dos alunos.








A Educação a distância baseada nestas teorias mostra:

•  Lógica na apresentação dos conteúdos;

•  Liberdade total para quando e como aprender;

•  Relação entre o que será aprendido com o que já foi aprendido;

• O professor como organizador; facilitador e mediador do conhecimento.

O trabalho realizado pelo EAD, desenvolvido com base nessas teorias, permite que o aluno faça melhor avaliação do seu desenvolvimento, enquanto que o professor atua apenas como orientador da aprendizagem.

Uma teoria é capaz de complementar a outra, pois têm pontos similares. Assim, as duas teorias são importantes, são bases para o desenvolvimento do conteúdo e o atendimento dos objetivos.
Desta forma, partindo-se dessas características, os cursos/ disciplinas desenvolvidos pelo EAD Unama devem ter uma proposta inovadora e atenta às necessidades atuais, visando a formação de cidadãos críticos, criativos, reflexivos e aptos a lidar com as exigências da sociedade.

Em primeiro plano foi realizada uma apresentação pelo professor Gbson e professora Waldiza sobre o trabalho  desenvolvido pela Equipe de EAD. Logo após os launos foram encaminhados para visitar o Estúdio de Gravação da TV UNAMA e as instalações da Coordenação de EAD no 5º andar do Bloco C e no anexo no terreo. O objetivo da visita era mostrar aos alunos, na prática, a infraestrutura física, pessoal e técnica necessária ao desenvolvimento de projetos de Educação a Distância.
Obs.: O subsídio para esta matéria foi extraído do site da Unama/EAD, citado no seu contexto, porém algumas adaptações foram realizadas no texto original.

6 de abril de 2012

Maçonaria do Pará de Luto

Nesta última terça-feira a Sessão da Centenária Loja Maçonia Renascença nº 03, da Grande Loja Maçônica do Pará, foi de profunda tristeza, um de seus importantes membros partiu para a Mansão dos JJust.: A Loja foi visitada por inúmeros irmãos, transformando esse 04 de abril num dia muito triste para todos.
O Ir.: Ruy Pardauiu Gouvêa era Ver.: de Honra daquela Of.: e um militante na Grande Construção da Obra da Subl.: Ordem. Parentes e amigos foram inúmeros, num palco de tristeza e dor. Transmitimos a todos os IIrm.: uma saudação tripl.: de set.: aplausos, rogando ao GADU que ilumine e guarde a alma daquele insigne irmão. .

Afinal. O que é Maçonaria?

Esta pergunta é feita diariamente por milhares de pessoas espalhadas pelos quatro cantos do mundo, quer sejam maçom, ou não. Na verdade pouco se sabe sobre a origem da maçonaria que se perde na origem da história ocidental. O grande marco conhecido, que formatou a maçonaria como ela é hoje, foi o humanismo Francês. Nos primórdios da humanidade o conhecimento era restrito a grupos de pessoas que dominavam as artes, as técnicas construtivas, a escrita, as leis humanas e divinas. Estas pessoas, com o intuito de aprimorar e compartilhar seus conhecimentos, se agruparam em torno de corporações voltadas para a arte da construção. Alias o termo maçom é uma palavra que significa pedreiro. Na antiguidade os maçons foram os construtores do mundo. A partir do iluminismo Francês e em contra ponto ao obscurantismo da idade média, com o objetivo de manter vivo e efervescente o conhecimento, os filósofos e pensadores se aproveitaram das corporações de construtores para criar o que denominaram de maçonaria especulativa. Seriam os construtores não mais de obras, mas sim do homem e, por conseguinte da humanidade.

No Brasil a história da maçonaria se confunde com a própria história do país. Ao defender e difundir os conceitos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade a maçonaria plantou nos Brasileiros e nos povos da América conceitos de democracia e da coisa pública definidos na antiga civilização Grega. Estes conceitos criaram as repúblicas ocidentais, os sistemas econômicos, a teoria evolucionista, a filosofia cartesiana, a democracia, enfim as bases estruturais da cultura e do desenvolvimento ocidental. Por indução da maçonaria e iniciativa de maçons, ocorreram a inconfidência mineira, a independência, a revolução farroupilha, a lei do ventre livre, a libertação dos escravos e a criação da republica. Foram maçons, Álvares Maciel, Padre Feijó, José Bonifácio de Andrada, Dom Pedro I, Duque de Caxias, Bento Gonçalves, Garibaldi, Barão de Mauá, Marechal Deodoro, Gonçalves Ledo, Joaquim Nabuco, frei Caneca, Quintino Bocaiúva, dentre tantos outros.

Em uma maneira simplista podemos dizer que a maçonaria é um país dentro de outro país. Um país onde não há analfabetos, não há fome e onde se cultua a liberdade de expressão, o livre arbítrio, o conhecimento, a fraternidade e a igualdade de todos perante a lei. Um país que busca constantemente a verdade na sua forma direta e objetiva, sem paixões políticas, religiosas ou pré-concebidas. É à busca do homem em si mesmo. O grande segredo da maçonaria não existe e, pela lógica cartesiana, não há como divulga-lo. Ao nos irmanamos em busca da verdade e da liberdade temos como ponto de partida o conhecimento de nós mesmos e obviamente, este conhecimento próprio é restrito ao indivíduo. Existe um antiqüíssimo mito no Nilo em que Osíris, que representa a vida universal, morre e sua irmã Lis o faz engolir o olho do gavião e, mal o olho penetra no cadáver, Osíris renasce porque nele entra a visão. Viver é, antes de nada, ver-se a si mesmo. Em síntese ninguém, a não ser nós mesmos e o criador, nos conhecem. Para se ter uma noção de nossos princípios, Péricles em 431 anos antes de Cristo disse:

" Somos amantes da beleza sem extravagâncias e amantes da filosofia sem indolência. Usamos a riqueza mais como uma oportunidade para agir que como motivo de vanglória; entre nós não há vergonha na pobreza, mas a maior vergonha é não fazer o possível para evita-la. Ver-se-á em uma pessoa ao mesmo tempo o interesse em atividades públicas e privadas, e em outros entre nós que dão atenção principalmente aos negócios não se verá falta de discernimento em assuntos políticos, pois olhamos o homem alheio as atividades públicas não como alguém que cuida apenas de seus próprios interesses, mas como um inútil; ..... decidimos as questões públicas por nós mesmos, ou pelos menos nos esforçamos por compreendê-las claramente, na crença de que não é o debate que é empecilho á ação, e sim o fato de não estar esclarecido pelo debate antes de chegar a hora da ação. Consideramo-nos ainda superiores aos outros homens em outro ponto: somos ousados para agir, mas ao mesmo tempo gostamos de refletir sobre os riscos que pretendemos correr; para outros homens, ao contrário, ousadia significa ignorância e reflexão traz a hesitação. Deveriam ser justamente considerados mais corajosos aqueles que, percebendo claramente tanto os sofrimentos quanto ás satisfações inerentes a uma ação, nem por isso recuam diante do perigo. Mais ainda em nobreza de espírito contrastamos com a maioria, pois não é por receber favores, mas por faze-los, que adquirimos amigos. . . .Enfim, somente nos ajudamos aos outros sem temer as conseqüências, não por mero cálculo de vantagens que obteríamos, mas pela confiança inerente á liberdade."

Neste sentido a maçonaria sempre constante e presente na luta para fortalecer o conhecimento individual de tal sorte que ele produza um conhecimento e uma mobilização coletiva, tem estado presente em todos os rincões do país e do mundo fazendo prevalecer a máxima do homem como símbolo de pensamento e bem estar, como obra do Grande Arquiteto do Universo.

Hoje continuamos reféns das encruzilhadas da vida que nos fazem prisioneiros do nosso próprio desenvolvimento pois, crescemos nos descuidando dos conceitos de justiça social, de liberdade e de igualdade de oportunidades. Como disse Marx, na célebre Carta ao Povo: "O domínio do homem sobre a natureza é cada vez maior; mas, ao mesmo tempo, o homem se transforma em escravo de outros homens ou de sua própria infâmia. Até a pura luz da ciência parece só poder brilhar sobre o fundo da tenebrosa ignorância. Todos os nossos inventos e progressos parecem dotar de vida intelectual as forças materiais, enquanto reduzem o ser humano ao nível de uma força material bruta".

Se o comunismo não prosperou por não criar um mecanismo eficiente de produção de riquezas, o capitalismo encontra-se em xeque por não conseguir criar um eficiente mecanismo de distribuição das riquezas produzidas. É perversa a nossa posição de bem sucedidos em contraponto dos milhares de marginalizados. Chega a ser uma afronta á nossa inteligência e é absolutamente irracional. 

Neste sentido começamos a perceber que isto não conduzirá a humanidade a um bom lugar. O nosso desafio se consiste em inserirmos todos nas riquezas que as tecnologias eficientemente conseguem produzir. Hoje já podemos dizer que temos tecnologia para produzir de modo sustentável riquezas suficientes para saciar todos. O que nos falta é entendermos que nisto se apoiará á paz, a harmonia e a felicidade tão necessárias aos indivíduos, quanto imprescindíveis para a humanidade.

Neste momento histórico está sendo lançada a Ação Maçônica Internacional aqui, em Belo Horizonte e, pela primeira vez o Grande Oriente do Brasil transfere o Poder Central da Maçonaria Gobiana para, irmanado com as Grandes Lojas Maçônicas e o Conselho Maçônico Brasileiro, discutirem uma proposta, e uma ação da maçonaria no intuído formar uma nova e necessária consciência dos ricos em relação aos pobres, quer como paises, quer como indivíduos.

Temos a convicção de que não se trata apenas de um problema dos governantes mas sim de um problema daqueles que detêm o conhecimento e as fórmulas econômicas e tecnológicas para aplica-lo e distribuí-lo a todo o planeta. Em suma é um problema de toda a sociedade organizada, é um problema nosso.

Hoje já podemos, dentro do seio da maçonaria, falar em organização da sociedade civil de interesse público, em parcerias público privadas, em organizações não governamentais como uma clara vontade dos cidadãos em auxiliar o estado numa tarefa que transpõe suas fronteiras e sua capacidade administrativa.

Se nós maçons, privilegiados que somos, nos furtarmos a tal empreitada, com certeza estaríamos traindo nossos príncípíos basilares.

Autor: Eduardo Teixeira de Rezende
Presidente Assembléia Maçônica GOEMG
Presidente Conselho Gestor da Ação Maçônica Internacional
 
Apresentamos aqui a Maçonaria, uma instituição filosófica, filantrópica, progressista e iniciática, que tem por objetivo contribuir para a EVOLUÇÃO do ser humano, combatendo os vícios, o obscurantismo, o despotismo e todo e qualquer tipo de injustiça. Sua ação se baseia na tríade:

"Liberdade, Igualdade e Fraternidade".

"A maçonaria é a entidade mais sublime que conheci. É uma instituição fraternal, na qual se ingressa para dar e que procura meios para fazer o bem, exercitar a beneficência, como um dos processos para conseguir-se a perfectibilidade objetiva. Será extraordinariamente sublime se a maioria dos gênios da ação e do pensamento pertencerem à Maçonaria." (Voltaire)

"A mais sublime de todas as Instituições é a Maçonaria, porque prega e luta pela Fraternidade, que cultiva com devotamento; porque pratica a tolerância; porque deseja a humanidade integrada em uma só Família, cujos seres estejam unidos pelo Amor, dominados pelo desejo de contribuir para o Bem do próximo. É uma honra para mim ser Maçom". (Abrahão Lincoln)

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31 de março de 2012

AS TRÊS ÁRVORES

                                                                                                                       Por: orcelia@tre-pa.gov.br
Havia no alto de uma montanha três árvores
que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira olhando as estrelas disse:
-Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.

A segunda, olhando o riacho suspirou:
-- Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas.

A terceira, olhou o vale e disse:
-- Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as
pessoas ao olharem para mim levantem os olhos e pensem em
Deus.

Muitos anos se passaram e, certo dia, três lenhadores cortaram
as árvores que estavam ansiosas em ser transformadas naquilo
que sonhavam. Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou
entender de sonhos... Que pena...

A primeira árvore acabou sendo transformada
em um cocho de animais coberto de feno.
A segunda virou um simples barco de pesca,
carregando pessoas e peixes todos os dias.

A terceira foi cortada em grossas vigas
e colocada de lado num depósito.
Então, desiludidas e tristes, as três perguntaram:

-- Por que isso?

Entretanto, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma
jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de
animais e, de repente, a primeira árvore percebeu que continha
o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por
dormir no barco em que se transformara. E quando a tempestade
quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse:

-- Paz!

E num relance, a segunda árvore entendeu que estava
transportando o rei do céu e da terra.
Tempos mais tarde, numa sexta feira, a terceira árvore
espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e
um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel.

Mas logo no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a
terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem
para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se
lembrariam de Deus e de seu filho ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos e desejos, mas, sua realização
foi mil vezes maior do que haviam imaginado.

Portanto, não esqueça:

"Não importa o tamanho do seu sonho.
Acreditando nele, sua vida ficará mais bonita
e muito melhor para ser vivida."

Boa tarde!!!

O Mistério da Vida nas Cartas do Tarô


                      Cartas do Tarô

A verdadeira origem do tarô está encoberta por um véu de mistério. Um dos mais antigos relatos data do Egito antigo, onde, de acordo com a lenda, foram encontradas no altar do templo de Ptah, em Mênfis, imagens gravadas em pratos de ouro, que se assemelhavam a algumas das gravuras dos Arcanos Maiores do tarô.

A hipótese egípcia tem inúmeros seguidores ilustres, dentre os quais Éliphas Levy, Paul Christian, Papus, e outros. Na opinião de muitos, o tarô teve a sua origem no misterioso e há muito desaparecido Livro de Thoth, atribuído ao Deus da sabedoria secreta, Thoth, mais conhecido pelo seu nome grego, Hermes.
Diz-se que o mito possui mais autenticidade do que a história porque lida com as realidades eternas da alma, e não com os pálidos reflexos dessas realidades na tela ilusória do tempo.
Portanto, recorramos à tradição mística, para aprofundar-nos um pouco mais na história do tarô. A tradição conta que depois da destruição da grande biblioteca de Alexandria, e no início da Idade Média, alguns sábios que se reuniram na cidade fizeram, no Marrocos, decidiram criar um meio pelo qual a sabedoria iniciática da Antiguidade pudesse ser preservada para as gerações futuras. Através de sua visão profética, eles sabiam que a igreja medieval destruiria tal projeto se ficasse aparente que ele continha ideias e símbolos contrários ao que era aceito como cristão ortodoxo.

Esses sábios também estavam cientes de que a ignorância imperaria durante muitos séculos e que, consequentemente, uma transmissão verbal ou escrita da sabedoria seria inútil. Os sábios, diz a lenda, resolveram então elaborar um livro de gravuras que escaparia à atenção dos inquisidores, e continuaria durante anos a fio a lembrar aos homens e às mulheres as verdades mais profundas da vida e o caráter essencial do seu próprio ser.
As cartas, que é provável terem sido feitas originalmente em metal ou couro, eram utilizadas como uma forma de jogo e de divertimento e, desse modo, eram apreciadas por muitas pessoas que não davam valor à filosofia ou ao misticismo.

Por volta do século XIV, as imagens do tarô haviam chegado à Itália, à Espanha e à França e foram levadas para outros países pelos ciganos, que parecem haver utilizado suas gravuras principalmente com a finalidade de tirar a sorte. Existem vagas indicações, contudo, de que imagens semelhantes às do tarô já circulavam em várias formas bem antes do século XIV.

O baralho completo do tarô consiste em setenta e oito cartas, que estão divididas em dois grupos. São as cinquenta e seis cartas dos chamados Arcanos Menores e as vinte e duas cartas dos Arcanos Maiores, esses últimos também conhecidos como Trunfos Maiores
Tendo em vista que o principal objetivo do tarô é facilitar o autoconhecimento, é necessário que olhemos as cartas principalmente sob o aspecto de sua correspondência com funções e princípios psicológicos dentro da psique humana.
Assim, as dez cartas numeradas e as quatro cartas com figuras dos naipes dos Arcanos Menores juntas correspondem às quatro funções da consciência, conforme foram descritas por Jung: sensação (Ouros), pensamento (Espadas), sentimento (Copas) e intuição (Bastões).
Ao mesmo tempo, devemos ter em mente que as vinte e duas cartas dos Arcanos Maiores representam as imagens primordiais, ou os arquétipos, dento do inconsciente coletivo.

Por: Elisabeth Cavalcante

29 de março de 2012

O Olho De Hórus. O Uso Como Amuleto Mágico.

Por: Myra Woctlimer
28 de Março de 2012 23:12

O amuleto que representava o Olho Uedjat possuía um poder mágico especial e, por isso, aparecia no espólio funerário. O Olho de Hórus simboliza a implacável acuidade do olhar justiceiro, ao qual nada escapa, da vida íntima ou da vida pública. Traz proteção, ampliação da visão, restauração e força. O Olho de Hórus, ou Utchat, foi usado pela primeira vez como amuleto mágico quando Hórus o empregou para devolver a vida a Osíris.

Gozou de grande popularidade no Antigo Egito, sendo considerado um amuleto dos mais poderosos: potenciava a vista, protegia e remediava as doenças oculares, combatia os efeitos do “mau do olho" e, também, protegia os mortos. Como talismã simboliza a saúde, a prosperidade, a indestrutibilidade do corpo e a capacidade de renascer. Também era um símbolo de sorte, e era encarado como o olho branco de Hórus, isto é, a Lua.

No Egito Antigo esse amuleto era usado para, junto com uma serpente (Uraeus), representar a realeza, como também para representar poder e proteção. Antes de ser chamado de Olho de Hórus, foi conhecido como “Olho de Rá”. O Olho de Hórus e a serpente (Uraeus) simbolizavam o poder real, tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa e em seus objetos pessoais, para assim receberem o poder deste símbolo, pois acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma.

Esse olho é tão importante na crença egípcia quanto o terço e o crucifixo são na religião católica. Além de desenhado prodigamente em papiros e paredes de túmulos, era também esculpido na forma de amuletos que acompanhavam a múmia. Hoje em dia, o Olho de Hórus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a função de trazer proteção, vigor e saúde. Segundo o famoso egiptólogo e escritor E. Wallis Budge, “ nos textos religiosos depreendemos claramente de inúmeras considerações que se referem ao Sol no solstício de verão; dessa maneira, o amuleto parece destinado a trazer ao seu portador força e saúde semelhantes às do Sol na estação do ano em que ele é mais poderoso. No capítulo CLXVII do Livro dos Mortos, extraído do papiro do escriba Nebseni, vemos essa associação entre a recuperação do olho pela divindade e a saúde do usuário do amuleto”, explica Budge

28 de março de 2012

O que o mercado de trabalho valoriza nas pessoas? Saiba quais são as 10 principais qualidades

Por Paulo Barreira Milet | Eschola.com – 11/03/2012 19:57:00

Outro dia eu conversava com um amigo empresário e ele me perguntava quais seriam as principais características que eu valorizava em um empregado.

Eu nunca havia pensado nisso de um modo estruturado, mas em mais de 30 anos de atividades profissionais como empregado, gerente, consultor e empresário, acabei desenvolvendo uma lista de critérios que usei ao longo da vida e que agora compartilho com os leitores.

Essa lista não tem nenhuma pretensão científica e nem esgota o assunto. Mas reflete minha opinião, sedimentada ao longo dos anos. Coincidentemente, vi no Yahoo! Uma matéria tratando exatamente do caso contrário, “Os 10 comportamentos mais inadequados no trabalho”. Certamente os dois se complementam.

Usei o gênero masculino nos exemplos apenas para não ficar cansativo, mas certamente se aplicam, e bem, também às mulheres:
 

1. Iniciativa/Liderança: O LÍDER

Não esperar ordens para se mover. Fazer em primeiro lugar. Propor, sugerir, antecipar. Ter a habilidade para convencer e/ou motivar as pessoas a fazer algo, tanto por atos, quanto por palavras e exemplos. Proativo. Auto motivável.
 

2. Criatividade/Flexibilidade: O CRIATIVO

Capacidade de criar coisas novas; espírito inventivo; olhar um assunto por vários ângulos. Estar preparado e predisposto para mudanças. Ser adaptável. Ouvir e procurar compreender a motivação dos outros.
 

3. Trabalho em equipe: O AGREGADOR

Gostar de trabalhar em grupo. Capacidade de se alinhar com pessoas que trabalham na mesma tarefa, ou que unem os esforços com um mesmo propósito. Ter o espírito de solidariedade que anima os membros de um mesmo grupo. Saber elogiar (pode ser em público) e saber repreender (sempre em particular).
 

4. Capacidade de aprender e de mudar: O APRENDIZ

Gostar de coisas novas, ser curioso. Capacidade de procurar as respostas por si mesmo. Observador. Buscar entender o porquê das coisas. Capacidade de modificar, transformar, converter seu comportamento em função de fatos novos.
 

5. Respeito à opinião alheia: O EDUCADO

Tratar alguém ou alguma coisa com cuidado, atenção, deferência; Ter consideração, reverência. Capacidade de entender motivações diferentes das suas. Aceitar a diversidade, a divergência e a variedade de opiniões e comportamentos.  Saber ouvir. Não se irritar por bobagem.
 

6. Visão de cliente/qualidade: O SERVIDOR

Ter a visão de que a pessoa que compra ou usa um bem ou serviço entregue por você (dentro ou fora da empresa) é o principal mantenedor do seu emprego. Entender qualidade como a satisfação e superação das necessidades do cliente. Querer fazer sempre melhor.
 

7. Elegância no tratar e no agir: O ELEGANTE

Tratar as pessoas de modo íntegro, reto e ético. Demonstrar distinção na forma, na maneira, nos trajes. Saber escolher as palavras conforme a ocasião. Criar clima de respeito e colaboração. Ser uma pessoa “do bem”. Simpático, atencioso.
 

8. Assumir compromissos e cumpri-los: O CUMPRIDOR

Ter comprometimento. Saber se posicionar. Entender a importância de realizar a tarefa no tempo e com a qualidade prevista. Cumprir prazos. Ser confiável. Antecipar problemas que possam surgir. Não fugir da responsabilidade.
 

9. Experiência anterior/Conhecimento geral: O EXPERIENTE

Ter passado por situações similares. Saber reconhecer padrões. Conhecer modelos de processos, sistemas e organizações diversas. Gosta de ler e debater temas do momento. Conhecer e reconhecer estilos de pessoas. Ter a formação básica necessária.
 

10. Conhecimento para o cargo: O PREPARADO

Ter as informações e conhecimento para o desempenho das tarefas. Conhecer os manuais de procedimentos. Saber as normas e rotinas da empresa.

Vocês vão perceber que coloquei conhecimento para o cargo como o número 10. Se você tiver as outras nove, a décima você aprende rápido!

Depois de pronta, percebi que a lista não serve apenas para empregados, mas também para gerentes, empresários, sócios, estudantes e simples colegas de trabalho. (Leitor, qual é a sua lista?)

Se você tiver várias dessas características, pode ter certeza que vai crescer profissionalmente. Se o seu chefe não valorizá-las, sinto muito: Troque de chefe. Ele não te merece!

Leia também: Aprendendo a gerenciar com as Escolas de Samba

Fonte: http://www.eschola.com     Email: pbm@eschola.com

Paulo Barreira Milet é empresário, sócio diretor da Eschola.com, Matemático pela UnB com MBA pela FGV/RJ
Twitter: @pmilet